Gostei da leitura, flui muito bem. Fiz algumas correções, até de erros de digitação, e assinalei-as com asteriscos. Enquanto lia, eu pensava, tenho uma história boa para contar ao Cachorrão. Mas à medida que o livro avançava, todas essas histórias apareciam. Vou pensar mais um pouco, procurar alguma anedota inédita, mas acho que você as conhece todas, melhor que eu.
Um grande abraço,
Chico Buarque

Autor do livro sobre canções de Chico Buarque classifica de indescritível recepção em Catanduva
Autor do livro sobre canções de Chico Buarque classifica de indescritível recepção em Catanduva
A noite de autógrafos do autor do livro “Chico Buarque – Histórias de Canções”, Wagner Homem, teve boa recepção na sexta-feira, dia 27, no Espaço Cultural “Prof. Luís Carlos Rocha”, na Praça da República. Wagner é catanduvense e foi recepcionado por amigos e pessoas que queriam conhecer sua obra.
Em entrevista ao Notícia Online, Wagner classificou a recepção como “maravilhosa e indescritível”. Disse estar emocionado e anunciou que terça-feira próxima, dia 1º, estará em São José do Rio Preto para lançar o livro. “Reencontrei muitos amigos. Vou ficar em Catanduva mais uns dias”. Ele administra o site na internet de Chico Buarque há 11 anos.
Conhecido na cidade pelo apelido de Kachorrão, Wagner autografou livros para muitos amigos de seu tempo, inclusive João Ellyas, que estava na fila esperando o momento do autógrafo. Também esperava sua vez o prefeito Afonso Macchione Neto (PSDB), amigo de Wagner desde os tempos de colégio.
“Lembro dos tempos que jogávamos bola em frente do Colegião. Ali era um campo fantástico. Ele morava ali perto com a família”, conta o prefeito. Wagner foi estudar na escola estadual Barão do Rio Branco, porque na escola Nicola Mastrocola, que ficava mais perto de sua casa, não tinha o curso cientifico que, na época, representava o ensino médio.
Macchione também estudava no Barão. “Nessa escola tivemos uma atividade muito intensa. Na época, o Kachorrão, com essa veia cultural que tem, agitou muito como presidente do Grêmio Estudantil Rio Branco, o famoso GERB”. O prefeito lembra que, na escola, foi montada uma peça que se chamava Macunaíma. “Era coordenada pelo professor Paul e tinha como patrocinador o centro acadêmico. Tínhamos envolvimento com o professor Benatti e com o professor Luís Carlos Rocha.”
Nessa época de Grêmio Estudantil, o escritor Plínio Marcos veio a Catanduva a convite do GERB. Macchione era diretor esportivo do Grêmio e conta que o Clube de Tênis lotou com a presença de Plínio Marcos. “O Kachorrão foi um grande líder de todos nós”, sintetiza. A primeira dama Eloá Macchione estava presente.
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